Como Se Desapegar
De Uma Maneira Fácil
E Sem Culpa

Você está de mudança para começar uma nova etapa da sua vida, e seja um apartamento novo ou usado, grande ou pequeno – não importa -, lá vem a aflição.

Bem provável que o primeiro pensamento que lhe venha a mente seja: “Vou ter que me desapegar de muita coisa…”
Pronto. Como fazer isso sem sofrimento?
Como vou dar destino às coisas que as pessoas que amo me deram?
Isso parece familiar para você? Já te aconteceu isso?

Saiba que pessoas com déficit de atenção são muito sentimentais em relação a muitas coisas, especialmente com coisas que lhe foram dadas.
Geralmente, elas têm a tendência a se “agarrarem” mais do que outras que não têm o déficit.

É comum que um sentimento de culpa invada o seu íntimo no momento de ter que se desfazer de algo que alguém querido te deu.
Todo esse processo de descartar, se torna muito complexo também na hora de organizar os seus armários e closets.

No post de hoje irei falar de algumas “desculpas” que você pode dar a si mesmo quando precisa descartar as suas coisas.
E claro, darei também algumas razões ainda melhores para você descartar de uma maneira sem sofrimento.

DESCULPAS…

1. “ME SINTO TÃO CULPADA DE JOGAR FORA UM PRESENTE!
Estava no processo de descarte com uma cliente, e escutei a seguinte frase: “Me sinto tão culpada de jogar fora isso aqui. Foi um presente que a minha filha me deu! “Ou qualquer outra pessoa querida, claro.

E esta era a razão para a minha cliente manter na sua cozinha, itens que ainda estavam em caixas fechadas e dentro dos armários.
Talvez, esta seja a principal razão para uma pessoa não querer se descartar de algum objeto.

Falei para ela que presentes são símbolos de amor que aceitamos da família e amigos, e que repassar estes presentes é uma maneira de manter este amor fluindo.
Quando ela olhou um enfeite feio que tinha ganhado, disse, “Eu acho que você tá certa. Este enfeite já poderia manter o amor fluindo faz um bom tempo…”
Assim, uma vez que ela deu o primeiro presente, o restante ficou bem mais fácil de descartar.

2. EU VOU FAZER ALGUMA COISA COM ESTES ITENS
Esta também é uma das razões dadas por muuuuitas clientes.
Muitas vezes, a pessoa tem um projeto em mente e não quer se desfazer. Só que o tempo passa e ela não faz nada.
Como consequência, o espaço acaba virando um depósito de coisas.

Para tornar simples o descarte, mantenha os itens, escolhendo o que você, de fato, poderá despender um tempo para se ocupar no “projeto”.
E diga adeus às coisas das quais você nunca iria trabalhar.

3. NÃO POSSO SUPORTAR DIZER ADEUS A ISSO. É MUITO ESPECIAL!
Esta é a maneira com a qual uma cliente reage a 90% da bagunça do quarto dela.
Já sabia que em determinado momento, eu teria que abordar este sentimentalismo versus um excesso de sentimentalismo.
Chegamos a conclusão de que a melhor maneira de reter a lembrança seria tirar fotos de tudo o que era considerado importante para ela e armazenarmos em um porta retrato digital e deixarmos em uma pastinha separada no seu laptop.

4. TALVEZ ISTO TENHA VALOR, NÃO ACHA?
Possivelmente, você tenha herdado muitas coisas de seus avós, seus pais ou até de outro familiar e acredite que TUDO possa ser vendido por um preço alto.
Como resolver isso?

A maneira mais eficaz é entrar no Google e pesquisar os itens que valem a pena ser vendidos.
Por isso, leve em consideração o estado do objeto. Está em perfeitas condições ou quebrado?
Procure por serviços de avaliação gratuita, leilões ou antiquários.
Existem também sites que fazem “garage sale”, o que é uma excelente alternativa quando queremos vender tudo numa casa.

O fundamental aqui é que você se envolva com o processo de descartar, enfrentando e trabalhando as emoções que lhe paralisam diante das coisas.
Pois é exatamente isso que elas são: apenas coisas.

Se você gostou deste post, deixe seus comentários, dúvidas ou sugestões e compartilhe com a sua amiga que precisa de uma orientação também.

E caso precise de uma ajuda personalizada,entre em contato comigo via Whatsapp ou mande um e-mail para contato@helporganizacao.com.br

Até breve!
Beijos,
Cintia

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